A decisão é um golpe para o ANC, que luta para registrar candidatos a favor do adiamento.

A Suprema Corte da África do Sul rejeitou o pedido do comitê eleitoral para adiar as eleições locais em 27 de outubro, segundo documentos do tribunal na sexta-feira.

A decisão é um golpe para o Congresso Nacional Africano (ANC), que lutou para registrar milhares de vereadores que deveriam apoiar o adiamento e contestar as eleições municipais.

Em 2016, o partido foi atingido pelas eleições governamentais locais e perdeu para cidades da oposição como Joanesburgo no pior destino do ANC desde que assumiu o poder na primeira votação democrática da África do Sul em 1994.

A pesquisa testa o suporte para uma pandemia de coronavírus e a pior agitação civil do ANC na África do Sul em anos, causada pela prisão do ex-presidente Jacob Zuma, que não apareceu antes da investigação anticorrupção.

O porta-voz do ANC, Pule Mabe, disse à emissora SABC que o partido acolheria a decisão e investigaria apropriadamente antes de comentar mais.

A Comissão Eleitoral disse em um comunicado que se reunirá no fim de semana para dar orientações e anunciar o programa eleitoral na segunda-feira.

Em agosto, a Comissão Eleitoral solicitou o adiamento da eleição após recomendar o adiamento da investigação de uma pandemia.

O tribunal disse em sua decisão que teria que revogar a decisão do governo de realizar eleições em 27 de outubro e, em vez disso, prosseguir com as urnas entre essa data e 1º de novembro.

A Comissão deve determinar se é “substancialmente possível” realizar um recenseamento eleitoral no fim de semana antes dos que votaram dentro de três dias da ordem do tribunal.

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